Apenas essa ação não é garantia que sobrará mais recursos no caixa no final do mês. Deve-se atentar para alguns fatos que podem estar “roubando” dinheiro do caixa, como por exemplo:

1.       Os sócios passaram a retirar mais lucros ou dividendos da empresa, já que agora “sobrou” mais recurso no caixa, antes mesmo de honrar com alguns fornecedores, instituições financeiras, governos ou outros.

2.       Os principais fornecedores diminuíram o prazo médio de pagamento de 30 para 15 dias (exemplo), fazendo com que a empresa necessite de mais capital de giro (recurso) para girar o caixa no mês.

3.       Mesmo com a postergação do pagamento de tributos, a empresa vem aumentando seus gastos com despesas fixas (mais contratações de pessoal no administrativo e comercial, aumento de salário para os diretores, entre outros…)

Em resumo:

Todos os fornecedores devem ser pagos antes dos sócios. Estes devem ser os últimos a serem pagos se a empresa tiver lucro e caixa para tal.

Pensar sempre estrategicamente no capital de giro da empresa, ou seja, negociar prazos maiores de pagamento a fornecedores e prazos mais curtos para recebimentos de clientes.

E por fim, estar sempre atento ao aumento de despesas fixas da empresa. Como diriam os diretores da Ambev: custos e despesas são como unhas. Devem ser cortadas de tempos em tempos.

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